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Mulher de classe média alta é presa por falsificação em Niterói

Policiais civis da Delegacia de Combate à Pirataria prenderam hoje uma mulher especialista em falsificar joias da maior joalheria do país, a H. Stern, que fez a denúncia do crime. Mariana Souza Mota, de 30 anos, vai responder pelo crime de falsificação, contrabando e descaminho. Ela foi presa em casa, que fica em um condomínio de luxo em Niterói. Na investigação, que durou cerca de três meses, os policiais descobriram que Mariana vendia as joias em sites e redes sociais como se fossem verdadeiras. Ela cobrava entre R$ 5 mil e R$ 12 mil por cada peça, mas, em depoimento, negou o crime. A mãe da falsificadora se disse aliviada com a detenção da filha. Ela explicou que a convivência com Mariana era difícil, que não aprovava as falsificações e que a filha a maltratava. A Polícia Civil vai encaminhar um relatório à Polícia Federal para investigar se as pedras falsas entravam no Brasil por contrabando. Se condenada, Mariana pode ficar até dois anos na cadeia. No entanto, ela vai responder ao inquérito em liberdade.