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Racha nas investigações do Caso Marielle

A investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco teve um racha. O Ministério Público estadual, que deve trabalhar junto à polícia, rompeu com a Delegacia de Homicídios por discordar dos rumos do inquérito. Entre muitas questões, paira a suspeita de que tenham sumido imagens importantes de câmeras de segurança, que poderiam ajudar na elucidação do crime. O possível desaparecimento de provas consolida divergências que não são novas.

Nos últimos meses, a 23ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal, com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, conseguiu dados novos numa apuração paralela. As duas promotoras responsáveis pelo caso, no entanto, mantêm sigilo sobre as descobertas. O secretário de Segurança, general Richard Nunes, tem pressionado por resultados.

O delegado Giniton Lages, titular da DH, adotou a “estratégia” de prender pessoas com mandados de expedidos por outros crimes, mas que podem ter relação com a morte de Marielle, caso de Renatinho Problema, capturado ontem com mandados de prisão de outros dois homicídios. Ele é considerado braço direito de Orlando de Curicica, que está no Presídio Federal de Mossoró e foi apontado por uma testemunha como um dos mandantes do crime. Orlando Curicica, aliás, acusou o diretor da DH, delegado Giniton, de coagi-lo a assumir os homicídios, quando ainda estava em Bangu nove, antes de ser transferido para o presídio federal. Curicica atribuiu a morte da vereadora ao Escritório do Crime, um grupo de policiais e ex-policiais que mata por encomenda.

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